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Arquivo NippoBrasil - Edição 020 - 24 a 30 de setembro de 1999
 
Em busca de energia na Chapada dos Veadeiros

(Fotos: Divulgação)

Inúmeras formações rochosas, cachoeiras e canyons aliados à paisagem de cerrado e animais como veados campeiros, lobos-guará e tamanduás. Este é o coração “magnético” do Brasil. Criado em 1961 por Juscelino Kubitschek, o parque, que antes contava com 625 mil hectares e hoje possui somente 70 mil (devido aos fazendeiros que não se desfizeram de suas propriedades), possui vegetação nativa preservada e é um festival de cores e espécies.

Dentre as grandes chapadas brasileiras, a dos Veadeiros se destaca pelo seu astral. Embora a natureza seja surpreendente, o poder do quartzo atrai seguidores de entidades esotéricas em busca de purificação. Para conhecer as inúmeras atrações, é preciso ter bastante fôlego e disposição para andar adentro dos inúmeros acidentes geográficos da região, que misturam aridez com cachoeiras abundantes.

O garimpeiro fez a fama da região, porém foram os ecoturistas que levantaram o astral do local. A 260 km de Brasília e 423 km de Goiânia, no meio do cerrado, atrai pessoas que apreciam localidades onde a natureza foi generosa. O estilo é o “RoçaZen” de preservação das origens e dos laços humanos. É, sem dúvida, um dos mais apreciados cartões postais de Goiás.

A principal porta de acesso ao Parque Nacional dos Veadeiros é o pequeno povoado de São Jorge, que chegou a ter 3 mil moradores na época do garimpo e hoje conta com somente 200, que vivem do turismo. Mas nem por isso a infra-estrutura existente é satisfatória.

A 30 km de São Jorge está o município de Alto Paraíso de Goiás, com uma melhor estrutura. De tão místico, o local tornou-se sede de seitas esotéricas que se utilizam de cristais transparentes para energização. O paralelo 14, que atravessa a lendária cidade de Machu Pichu, no Peru, também passa sobre Alto Paraíso, originando histórias fantásticas sobre a região: discos voadores e extra-terrestres.

Lá, a aventura tem inúmeros caminhos. Pode-se seguir uma trilha por algumas horas e admirar, em pleno cerrado, o milagre da vida. Ou mesmo ver o pôr-do-sol no Mirante do Areião e relaxar curtindo este paraíso e sentindo suas vibrações oriundas do solo.

 
Atrações
 

Cachoeiras

Almécega: A caminhada é um pouco mais puxada, com trechos íngremes. Mas, depois do passeio, a opinião de todos é uma só: vale a pena.

São Bento: Tem uma grande piscina natural. A cachoeira torna-se bastante interessante porque se caminha pouco a pé para apreciá-la.

Salto 1 e Salto 2 do Rio Negro: É difícil conter a vontade de pular na água. À frente está o Salto 1, de 80 metros, onde fica uma piscina natural límpida, mas escurecida por partículas de óxido de ferro. É bom tomar cuidado porque o percurso é escorregadio. O Salto 2, de 120 metros, é grandioso e belo. Mas é só para ser apreciado.

Vale da Lua: Um local realmente fascinante. Deliciosas piscinas naturais, um conjunto impressionante de crateras acinzentadas. Das pedras, a água escorre formando poços de água cristalina. É um convite ao turista para um banho refrescante. Este é um lugar enigmático, com pedras que parecem ter sido lapidadas, atraindo místicos em busca do poder de purificação do Vale.

Corredeiras: Você caminha um bocado, mas o encontro com hidromassagens naturais compensa.

Outras Atrações

Para apreciar as riquezas que a natureza concentrou no parque é preciso ter muita disposição. Somente os amantes do ecoturismo, com energia para caminhadas por trilhas íngremes e sob um sol de rachar, vão apreciar a Chapada dos Veadeiros. A dica é alternar os passeios mais pesados com os mais tranqüilos, como Canyons e Cachoeira das Carioquinhas, Corredeiras (Pedreiras) e Salto do Rio Preto.

Melhor época

O período ideal para visitar a Chapada dos Veadeiros vai de abril a outubro, quando chove menos e a vegetação de cerrado fica mais bonita. A temperatura está mais amena e as pedras não estão nem escorregadias nem quentes, o que evita tombos e queimaduras.

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