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Arquivo NippoBrasil - Edição 011 - 23 a 29 de julho de 1999
 
Um passeio pelas atrações turísticas de Kamakura
A imagem gigante de um Buda, medindo quase 11.5 metros de altura,
é cobiçada pelos visitantes durante todo o ano. Dentro da estátua, uma escada permite alcançar uma plataforma no alto do monumento.
 

(Fotos: Reprodução)

Vista algo confortável e prepare-se para desfrutar as boas coisas da vida percorrendo os principais recantos de Kamakura. No final do dia, uma sensação agradável o invadirá por ter conhecido templos e santuários, muitos deles originários dos séculos 12 e 13. Além disso, as caminhadas pela região montanhosa irão proporcionar um passeio saudável, se você quiser ver de perto os principais trechos históricos da cidade.

Tudo começa com as facilidades de acesso, levando-se apenas uma hora de trem a partir de Tóquio. Uma vez lá, há ainda os transportes locais como ônibus e táxis para quem preferir ir a pontos mais distantes sem perder tempo. Mas a surpresa mesmo é encontrar riquixás pelo caminho à disposição dos turistas. Experimentá-los é sentir o gostinho dos tempos antigos.

Devido à proximidade da capital japonesa, é possível realizar uma viagem de ida e volta no mesmo dia, saindo pela manhã. O clima agradável da região combina com a paisagem montanhosa, favorecendo ainda mais sua aventura turística.

Uma vez em Kamakura, a dica é visitar primeiro a imagem gigante de Buda, a dez minutos a pé do Templo Hase Kannon. Medindo cerca de 11,5 metros de altura, sua construção é um das referências marcantes da cidade e data do ano 736. Depois de contemplá-la por fora, experimente visitar essa gigantesca imagem através de uma pequena escada em seu interior que o leva até a altura do ombro da imagem. Na saída, se quiser levar um suvenir do local, há uma barraca vendendo os mais variados tipos de artigos: de mini-estátuas do Buda, a chaveiros e até amuletos.

Pelas ruas de Kamakura, diversas lojas de lembranças também atendem às compras dos turistas. Em algumas delas é possível fazer bons negócios, já que oferecem peças de artesanato e cerâmica produzidos por artesãos locais. São copos, pratos e vários utensílios tipicamente japoneses. Peças mais sofisticadas são outra alternativa de recordação: o kamakura-bori, por exemplo, ostenta uma tradição de 750 anos e é uma arte em laca conhecida pelas cores vermelho e preto. Nesse estilo, há espelhos de bolso, recipientes para bolos e ainda cinzeiros.

 

Templo de Kenchoji foi construído em 1253 e restaurado após um incêndio em 1415
 

Mais opções

 

Um passeio de riquixá pelas ruas
de Kamakura diverte o turista

Templos, santuários e até museus valorizam toda a extensão de Kamakura, que em 1192 foi um lugar regido pelo feudalismo. Passear pelas redondezas é se deparar por exemplo, com a beleza do Santuário Tsurugaoka Hachimangu, a dez minutos a pé da estação de Kamakura. Para apreciá-lo, percorra todos os degraus de sua escadaria até chegar ao seu topo. Bem conservado, o santuário é também um dos mais visitados da região.

Um passeio pela rua Wakamiya Oji, é outra dica interessante ao turista, pois dali chega-se até a praia de Yuigahama. Outra opção é conhecer o Templo Kenchoji, andando quinze minutos de Tokeiji. Sua construção original ocorreu em 1253 e foi parcialmente destruído pelo fogo em 1415, sendo que suas principais estruturas resistem até os dias de hoje.

Se preferir os museus, o de Kamakura foi construído em 1928 e exibe 400 obras de arte, como esculturas e documentos históricos. Seu acervo é famoso por abrigar objetos pertencentes ao zen budismo. Uma alternativa também é visitar o Museu de Arte Moderna, com trabalhos mais contemporâneos.

Um passeio imperdível está numa ida à ilha de Enoshima. Pitoresca, ela se estende por quatro quilômetros de circunferência e sua principal atração é o Santuário que leva o próprio nome da ilhota. Nos tempos antigos, pescadores costumavam rezar e pedir proteção aos deuses para que prosseguissem com segurança suas viagens. O pequeno porto de Enoshima vale uma boa paisagem para fotos devido à presença de vários iates.

 

Barris de diversas marcas de saquê (taru) são dispostos próximos aos locais sagrados
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