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Arquivo NippoBrasil - Edição 176 - 9 a 15 de outubro de 2002
 
Parque Nacional da Chapada Diamantina,
natureza em abundância

Pôr-do-sol no Vale do Capão

Campo de chuveirinho ou jalapa, flor típica da região

Visitantes atravessam o Vale do Capão em longas caminhadas,
que podem durar até oito horas
 

Chapada Diamantina, no coração da Bahia, a cerca de 400 km de Salvador: região serrana com cachoeiras de águas cristalinas

(Nicolau Kietzmann / Divulgação / Arquivo Nippo)

Quem acha que a Bahia é só litoral e carnaval está enganado. A aproximadamente 400 quilômetros da costa, o Parque Nacional da Chapada Diamantina está localizado no centro do estado e traz várias opções para os turistas que procuram interagir com a natureza.

Abrangendo os municípios de Lençóis, Andaraí, Palmeiras, Ibicoara e Mucugê, o parque ocupa uma área de 152 mil hectares com relevo de planícies e serras escarpadas, reunindo cânions, vales profundos criados pela ação milenar dos ventos e das águas que esculpiram enormes paredões abruptos, a maior característica do parque.

A Chapada viveu seu tempo áureo a partir de 1820, quando os naturalistas alemães Spix e Martius descobriram jazidas de diamante. Diziam que a região era tão farta da pedra que podia ser encontrada até nos papos das galinhas.

Durante o ciclo do diamante eclodiram dezenas de vilarejos e muitas comunidades foram desenvolvidas. Com a queda da extração, a região voltou a ser pacata, atraindo turistas do mundo todo que procuravam paz e interação com a natureza.

Hoje, a Chapada sobrevive apenas do ecoturismo, com muitas pousadas que variam de preço e qualidade. A maioria delas é de propriedade de pessoas que foram conhecer o local e decidiram ficar por lá. Uma das pousadas mais simpáticas é a Canto das Águas. Nos quartos há ar-condicionado, frigobar, TV e fora tem uma piscina que lembra um oásis.

 

Conhecendo a Chapada


Cachoeira dos Cariocas: água cristalina

O parque oferece oportunidade para todos os tipos de visitante, desde aquele que quer descansar e contemplar a paisagem até o que prefere praticar esportes radicais e fazer longas travessias, com camping selvagem, que podem durar até sete dias.


Com 340 metros de queda livre, a água da Cachoeira da Fumaça se evapora quando chega ao chão

Um dos passeios mais tradicionais na Chapada é, sem dúvida, a Cachoeira da Fumaça, com 340 metros de altura. Quando a água chega próxima ao chão, vira vapor, deixando uma imagem que parece fumaça. Outra opção para visitação é o Morro do Pai Inácio, com um mirante que possibilita uma visão de 360 graus dos morros e serras ao redor.

O que o visitante não deve deixar de conhecer é o Poço Encantado, que, durante o período de maio a setembro, pode ver o sol entrar por um buraco e formar um feixe de luz até o fundo do poço, que está dentro de uma caverna. O melhor mês para visitar o Poço Encantado é julho.

Pelos arredores

A Gruta do Lapão, a maior caverna de quartzo das Américas, é a opção para quem estiver hospedado na pequena cidade de Lençóis, bastante visitada por turistas por ser a mais próxima do parque.

Se o assunto for uma bela caminhada, não perca a do Vale do Capão. Ela começa em Lençóis e dura cerca de oito horas, mas é preciso um certo preparo físico. Quem quiser, também pode pegar uma carona e ir direto ao Vale, que é igualmente interessante.

Se o visitante optar pela caminhada, não vai se arrepender. Já no começo, logo após uma pedreira, poderá ver um antigo garimpo, o Estrela do Céu, que ganhou esse nome por ser muito rico em diamantes. Em todo o percurso, os rios e riachos de água cor de ocre irão refrescar a longa caminhada e tornar o passeio muito agradável.

No fim da trilha, uma surpresa: um enorme vale, que chega a dar um frio na barriga. E a gente questiona se realmente vale a pena viver em uma grande metrópole. Lá existe uma casa bem simples, onde será fácil comprar livros místicos, cristais e ainda curtir uma massagem para descansar e relaxar depois de um dia caminhando.

 
*Texto e fotos: Nicolau Kietzmann/ divulgação Freeway Adventures.
www.freeway.tur.br
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