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Arquivo NippoBrasil - Edição 180 - 6 a 12 de novembro de 2002
 
Pirenópolis, um pedaço do Cerrado Brasileiro

Reserva Ecológica Vargem Grande: natureza à vontade
 

Pôr-do-sol e vista dos pireneus

Rio das Almas, que cruza a cidade: lazer

(Nicolau Kietzmann / Divulgação / Arquivo Nippo)

Encravada no coração do Brasil, a simpática Pirenópolis em Goiás, é uma pequena cidade construída no século 18 por Bandeirantes que atravessavam o Estado em busca de ouro, encontrado no Rio das Almas, que cruza a cidade. Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, ela traz aos visitantes o ar bucólico de um tempo em que no cerrado brasileiro nada tinha pressa ou a agitação dos tempos modernos.

Pirenópolis está localizada a 137 quilômetros de Brasília e a 123 quilômetros de Goiânia, capital do Estado, e teve a atenção do País inteiro no início de setembro, com o incêndio da Igreja da Matriz de Nossa Senhora do Rosário, que foi construída há 3 séculos, com arquitetura colonial e interior ornado com um delicado trabalho barroco.

Próxima à igreja velha está a casa mais antiga da cidade, que foi abrigo usado por escravos em 1782 para construir a Igreja da Matriz. Já a alguns passos está o Cine Pireneus, 1919, que acaba de ser restaurado.

Atrações turísticas

Igreja N.S. do Rosário, a mais antiga de Goiás

Entre as várias atrações aos visitantes, não se deve perder a oportunidade de conhecer o Parque Estadual da Serra dos Pireneus, que em seu ponto culminante chega a 1.386 metros de altitude e propicia uma bela vista do Cerrado. Entre as comemorações da região, a Festa do Morro ocorre na primeira lua cheia de julho, no conjunto das montanhas mais importantes do Parque, o Pireneus, que é um espetáculo. A lua e o sol ficam no mesmo horizonte por alguns minutos.


Para quem procura natureza

Cachoeira da Meia-Lua: paz

Aqueles que forem curtir a natureza poderão conhecer os destinos naturais, como o Parque Estadual da Serra dos Pireneus, a Várzea do Lobo, o Santuário de Vida Silvestre Vagafogo e a Reserva Ecológica Vargem Grande. Nestes locais existem trilhas e cachoeiras além de exuberantes fauna e flora.

Com sorte, você pode encontrar um lobo-guará ou cruzar com gafanhotos que chegam a até 20 centímetros. Sempre leve água, pois o cerrado é muito quente e árido. Quase todas as trilhas podem levar a uma cachoeira, que são sempre um prêmio refrescante depois de uma caminhada. Entre elas estão a do Lázaro, a Meia-Lua, a do Sonrisal, que, com o bom humor local, dizem que de tão frio cura qualquer ressaca. Outra pedida é a do Bonsucesso, que é muito freqüentada. Já para quem procura realmente tranqüilidade a Cachoeira do Abade é a recomendada.


Causos de caboclos

Vista dos pireneus: montanhas eram parecidas com as da fronteira da Espanha-França

Um bate-papo com um nativo também pode fazer com que o turista se encante ainda mais pela região. “Causos” como o que o nome do município foi dado por alguns estrangeiros que diziam que o conjunto de montanhas era parecido com o da fronteira da Espanha com a França. Caso você encontre um nativo mais velho, não esqueça de perguntar sobre os hippies que invadiram a região na década de 70, terá diversão garantida com as histórias de cabeludos com roupas coloridas que carregavam seus filhos em sacos nas costas, como índios.

Hoje, os hippies só estão presentes nas histórias, mas deixaram muitas marcas. A mais forte foi o artesanato em prata com a joalheria e suas esculturas, que são reconhecidas internacionalmente. Muitos deles abriram restaurantes, em que são experimentados pratos típicos como o arroz com pequi, fruta típica da região, vaca atolada, costela de boi com mandioca e se tiver sorte e for visitar a cidade em setembro, não deixe de comer Baru, uma fruta que raramente você encontrará em outro lugar do mundo. Ela, acreditem, tem gosto do mais saboroso leite condensado!

 
*Texto e fotos: Nicolau Kietzmann/ divulgação Freeway Adventures.
www.freeway.tur.br
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